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CANCÊR DE PRÓSTATA

O câncer de próstata é o segundo câncer mais comum no homem. Quando detectado no início, poderá ser curado.

Estudos e pesquisas apontam que o câncer de próstata se desenvolve em 1 de cada 10 homens.

Na maioria dos casos o câncer de próstata na fase inicial da doença não apresenta sintomas.

Como o câncer de próstata é detectado?

A melhor maneira é através dos "check-up" periódicos.

Os exames fundamentais são, toque retal e através do sangue (P.S.A. - Antígeno prostático específico). Um P.S.A. elevado poderá indicar um câncer, uma infecção/inflamação ou um aumento benigno da próstata. Apenas o médico especialista poderá identificar a causa com exame físico (toque retal) e de exames complementares quando necessários.

Se houver suspeita de câncer de próstata, o paciente deverá ser submetido a uma biópsia da próstata guiada por ultrassom transretal.

Fatores de Risco:

História familiar - (pai, tios ou irmãos) positiva para câncer de próstata. Mãe ou irmãs com câncer de mama

Raça - O risco de desenvolver câncer de próstata é maior nos homens afro-americanos

Idade - Quanto maior a idade maior a incidência

- Rica em gordura

TRATAMENTOS

O tratamento é individual sendo baseado no grau de agressividade do câncer, no grau de extensão do tumor, na idade do paciente, no seu estado de saúde e nos tratamentos já realizados.

TRATAMENTOS CIRÚRGICOS - O tratamento cirúrgico (prostatectomia radical, retropúbica, laparoscópica, perineal e robótica) do câncer de próstata, consiste na remoção de toda próstata com as vesículas seminais.

TRATAMENTOS RADIOTERÁPICOS - A radiação pode ser produzida por uma máquina externa ao corpo (radioterapia conformacional), já coberta pela ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar), órgão regulamentador da saúde suplementar no Brasil, ou através de implante de material que emite radiação dentro da próstata (braquiterapia).

HORMONIOTERAPIA - Consiste em diminuir a produção de hormônio masculino para impedir o crescimento do câncer da próstata. Isto pode ser feito com medicamentos anti-androgênicos.

Orquiectomia, cirurgia que remove os testículos, para redução da produção da testosterona.

Câncer de Próstata e Disfunção Erétil (Impotência Sexual)

Uma das complicações mais sérias e mais comuns do tratamento cirúrgico do câncer de próstata é a disfunção erétil (impotência sexual), em maior ou menor grau.

O tratamento clínico pode ser por meio de medicações de uso oral (comprimidos), de auto-injeções no pênis, de uso intra-uretral e vácuo.

Para os casos que não apresentem resultados satisfatórios com os métodos de tratamentos clínicos ou não se adaptem a estes tratamentos, existe a opção do implante de prótese peniana (maleável ou inflável), que é um procedimento seguro e eficiente, com alto índice de satisfação do casal que chega a 96% / 97%.



É um procedimento seguro e eficiente. As cirurgias, na maioria das vezes, são realizadas com anestesia local e sedação (para o paciente dormir durante o procedimento - como se fosse uma endoscopia), além de ter rápida recuperação. A alta pode ser no mesmo dia ou no dia seguinte e o paciente já poderá voltar às atividades normais (trabalhar, estudar, etc), exceto atividades físicas (por cerca de um mês).

Se o caso for realmente de indicação de implante de prótese peniana, existem vários tipos de próteses disponíveis e a escolha do tipo deve incluir algumas considerações como condição médica, estilo de vida, preferência pessoal e custos.

Câncer de Próstata e Incontinência Urinária

Outra complicação do tratamento cirúrgico do câncer de próstata é a incontinência urinária, em maior ou menor grau.

Incontinência urinária é a perda involuntária de urina. Fonte de constrangimento e dificuldade social, que costuma ser escondido e não tratado, podendo afetar de forma dramática a qualidade de vida dos pacientes, limitando suas atividades sociais, exercícios físicos e sua vida sexual.

Se você tem esta complicação, você não está sozinho. A incontinência urinária é um problema que afeta mais de 10 milhões de pessoas no Brasil, sendo que em pelo menos 25% dos casos acomete os homens.

É importante saber que a incontinência urinária é tratável e geralmente curável.

O grau de incontinência urinária pode variar de perda parcial a total do controle da bexiga, e pode variar com o tempo.

A incontinência urinária decorrente de uma cirurgia na próstata pode ser temporária ou definitiva (que é tratável) e pode ocorrer devido a um problema primário da bexiga ou ao enfraquecimento do esfíncter da uretra que é responsável por conter a urina.

Muitos dos pacientes submetidos à cirurgia para tratamento de câncer de próstata apresentam incontinência urinária temporariamente após a cirurgia. O grau de incontinência varia para cada paciente. Na maioria dos casos, a continência vai melhorando progressivamente durante o primeiro ano após a cirurgia de tal forma que somente 3 a 20% do pacientes irão precisar de tratamento.

Para os casos em que a continência não melhora espontaneamente, temos alguns tipos de tratamento, variando desde fisioterapia até tratamento cirúrgico como implante do esfíncter artificial.

Até o momento no Brasil não há cobertura obrigatória do esfincter artificial pela ANS. Há outra alternativa de tratamento cirúrgico para incontinência leve a moderada, o SLING.

O uso de fraldas ou outros produtos absorventes (existem produtos absorventes específicos para homens, com o desenho da anatomia masculina) ajudarão o paciente durante o período em que está recuperando a continência.

Tratamento Clínico por Exercícios de Kegel

Após a cirurgia da próstata, o urologista costuma prescrever para o paciente os exercícios de Kegel, que são destinados a fortalecer os músculos ao redor da base da bexiga e da uretra. Exercitando estes músculos específicos, o paciente poderá melhorar a sua sintomatologia.

Estes exercícios devem ser praticados de forma correta para que possa oferecer um melhor resultado.

Os resultados destes exercícios geralmente podem ser melhorados com o auxílio de aparelhos de biofeedback, para o paciente aprender corretamente os músculos que devem ser contraídos e aqueles que devem ser relaxados.

Relação entre Câncer de Próstata, Impotência Sexual e Doença de Peyronie

Uma das complicações mais sérias e mais comuns do tratamento cirúrgico do câncer de próstata é a disfunção erétil (impotência sexual), em maior ou menor grau.

Uma das maiores causas da doença de Peyronie (deformidade peniana, geralmente em forma de curvatura e/ou afinamento do pênis) seria por problemas de ereção (disfunção erétil ou impotência sexual) que facilitam traumas e/ou microtraumas no pênis durante a relação sexual, causando fibroses e deformidades no pênis (como curvatura, afinamento, redução de tamanho).

Cerca de 50 a 60% dos homens que fazem o tratamento cirúrgico do câncer de próstata ficam com algum grau de disfunção erétil (impotência sexual) e cerca de 10% acabam também por desenvolver a doença de Peyronie.

A fase inicial da doença de Peyronie, chamada de fase inflamatória, tem duração de aproximadamente 12 meses. Nesta fase que irão ocorrer alterações da deformidade peniana adquirida. Também nesta fase que se faz tratamentos com medicamentos, visando evitar piora da deformidade ou até melhorando a mesma.

Após esta fase, teremos a fase cicatricial definitiva, onde a doença ficará estável sem piora ou melhora. Nesta fase, dependendo da deformidade peniana, é que será decidido por uma correção cirúrgica, se for o caso.

Caso tenha pelo menos 3 a 6 meses sem alteração da curvatura, a doença estará na fase de estabilidade e não deverá piorar. Nesta fase, não adianta manter uso de medicamentos para a solução da deformidade peniana.

É possível corrigir a curvatura peniana.
As técnicas cirúrgicas anteriores levam à diminuição do pênis, pois diminui o tamanho do lado longo do pênis até deixá-lo do tamanho do lado curto. Com a minha técnica cirúrgica (reconhecida internacionalmente), alongando-se o lado curto do pênis até deixá-lo do tamanho do lado longo, consegue-se o máximo possível de recuperação do tamanho peniano em um procedimento cirúrgico reconstrutivo de curvatura peniana.

É possível corrigir com anestesia local e sedação (para dormir durante o procedimento), com possibilidade de alta do hospital até no mesmo dia. O retorno às atividades normais (trabalho e/ou estudo), exceto atividades físicas, tem sido possível na maioria dos casos em 1 a 2 dias. O pós-operatório é tranquilo com analgésicos comuns. Para retorno às relações sexuais é necessário esperar de 4 a 6 semanas.

Quando o paciente apresenta disfunção erétil (impotência sexual - problemas de ereção) associada ao problema da curvatura peniana, a disfunção erétil pode ser tratada e, se tiver boa resposta aos medicamentos, poderá então ser feita somente a cirurgia da correção da curvatura peniana.

Evito, ao máximo, o implante da prótese peniana. A prótese peniana é indicada quando o paciente tem problema de ereção associado à curvatura peniana, não responsiva aos tratamentos clínicos convencionais ou caso o exame antes da cirurgia comprove problemas vasculares severos no pênis. Nos casos que tenham indicação para implante de prótese, tenho o grande diferencial de fazer a correção da curvatura peniana e o implante da prótese durante a mesma cirurgia.

Através de minha técnica cirúrgica, a correção da curvatura será feita possibilitando o máximo possível de recuperação do tamanho peniano em um procedimento reconstrutivo de curvatura.

E aí então, na mesma cirurgia, será feito o implante da prótese com o maior tamanho de prótese possível para o caso. Somente o implante da prótese, sem a correção da curvatura com o alongamento do lado curto do pênis, não possibilitaria este ganho. Este é um grande diferencial, com o emprego de minha técnica cirúrgica, recuperando o máximo possível de tamanho peniano antes do implante da prótese.

A correção da curvatura e do implante da prótese é através de uma cirurgia que geralmente é possível dar alta do hospital até no mesmo dia. O retorno às atividades normais (trabalho e/ou estudo), exceto atividades físicas, tem sido possível na maioria dos casos em 1 a 2 dias.

O pós-operatório é tranquilo com analgésicos comuns. Para retorno às relações sexuais é necessário esperar de 4 a 6 semanas.

Para que seu caso seja melhor avaliado faz-se necessário um exame criterioso no consultório. Uma avaliação é fundamental para melhor diagnóstico do seu problema e, consequentemente, o melhor tratamento.

A taxa de sucesso na correção do problema está diretamente ligada a um bom diagnóstico, com a avaliação do problema em todas as suas dimensões. É de grande importância a experiência do médico acerca do assunto, tanto para se chegar ao melhor diagnóstico, quanto para indicar e realizar o melhor tratamento.

Recebo pacientes de todas as partes do Brasil e também do exterior com este problema.

A Importância do Check-up Periódico Preventivo de Próstata

Porque o "Check-up" de próstata periódico é fundamental?

A partir dos 50 anos de idade o homem está mais sujeito a problemas prostáticos e deve se conscientizar que o check-up prostático periódico (pelo menos anualmente) é de fundamental importância e pode, entre outras coisas:

* Salvar sua vida, uma vez que o Câncer de Próstata, que se desenvolve em 1 de cada 10 homens, no seu início não apresenta sintomas e se diagnosticado nesta fase tem grande possibilidade de cura. Pacientes da raça negra e / ou pacientes que tenham familiares com câncer de próstata e de mama devem realizar exames preventivo a partir dos 40 anos.

* Diagnosticar problemas prostáticos que pioram a qualidade de vida. É o caso da Hiperplasia Prostática Benigna (HPB), ou seja, o crescimento benigno, lento e contínuo da próstata, que se estende por toda a vida, mas que pode causar transtornos para urinar e complicações em outros órgãos. Quanto mais a HPB avança, mais situações incômodas, desagradáveis e irritativas ela traz, como a vontade frequente de ir ao banheiro, dificuldade para iniciar a micção, sensação de esvaziamento incompleto da bexiga, gotejamento, incontinência urinária, etc. A presença desses sintomas indica que o crescimento da próstata já está começando a estrangular a uretra, dificultando o escoamento da urina. Essa situação exige acompanhamento médico, pois existe o risco de agravamento.

Perguntas frequentes:

O toque retal ainda é necessário?

A melhor forma de diagnosticar o câncer de próstata é representada pela combinação dos exames de toque retal e de PSA. O exame físico é fundamental.

O toque digital é de extrema importância para o diagnóstico do câncer da próstata, pois cerca de 80% destes cânceres se desenvolvem na zona periférica, que é acessível ao toque. É com este simples exame que o urologista percebe se a glândula está irregular e de consistência endurecida.

O que é o Exame de PSA?

PSA - Significa "antígeno prostático específico", que é medido através do sangue do indivíduo. Pode estar normal ou aumentado tanto no adenoma benigno da próstata quanto no câncer da próstata, sendo que neste último, na maioria das vezes, está aumentado. Logo, o PSA por si só, sem o toque retal, não elimina a possibilidade do câncer.

O que é a Próstata?

A próstata é uma glândula localizada logo abaixo da bexiga, entre o osso púbico e o reto. Tem tamanho de uma noz e é atravessada pela uretra (tubo pelo qual passa a urina da bexiga para o meio exterior). Por causa de sua localização muitos sintomas das doenças prostáticas resultam em problemas para urinar.

Para que serve a Próstata?

A próstata produz uma substância que, juntamente com a secreção das vesículas seminais e os espermatozóides produzidos nos testículos, vai formar o sêmem ou esperma. Sem o líquido produzido pela próstata, os espermatozóides não viveriam até atingir o óvulo no momento da fecundação.

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