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DOENÇA DE PEYRONIE

Histórico da Doença

A doença de Peyronie, mundialmente assim conhecida, foi descrita em 1743 por François Gigot de La Peyronie (1678 - 1747), médico do Rei Luiz XV, da França, que morou no palácio de Versailles.

A doença de Peyronie é caracterizada por uma curvatura no pênis durante a ereção, que pode atingir até 90 graus tanto para cima, como para baixo ou para o lado, podendo estar associada ou não à dor durante as ereções. Desta forma, pode dificultar ou, até mesmo, impossibilitar o ato sexual.

Origem e Causas

Como o pênis é formado e como ocorre a ereção

O pênis é formado por três cavidades cilíndricas. As duas superiores são chamadas de corpos cavernosos e a inferior, de corpo esponjoso, o qual contém a uretra (canal por onde passa a urina e o esperma).

As duas cavidades superiores são envolvidas por uma membrana elástica denominada túnica albugínea, que se expande com a chegada do sangue, permitindo o aumento de tamanho e calibre do pênis. Quando ambas estão cheias de sangue, a ereção é obtida, sendo que esta deverá ser suficientemente rígida para possibilitar a penetração, desde que não haja curvatura para dificultar ou impossibilitá-la, ou, caso haja a penetração, que o pênis não saia facilmente da vagina.

Acima dos corpos cavernosos, ou seja, sobre a túnica albugínea, encontram-se os nervos e vasos superficiais que dão sensibilidade à pele do pênis e à glande e as irrigam.

Por quê o pênis curva?

Na doença de Peyronie, o tecido elástico normal da túnica albugínea é substituído por uma cicatriz (placa ou nódulo).

Normalmente, com a ereção, a membrana elástica (a túnica) expande e se alonga simetricamente, resultando em ereção reta. Na doença de Peyronie, devido à placa ou nódulo (cicatriz - palpável em 70% dos casos), a membrana passa a apresentar menor elasticidade, provocando a curvatura. Entretanto, a doença pode se apresentar, também, como uma constrição da túnica, levando ao afinamento do pênis.

OBS: Caso o homem possua essa curvatura desde jovem, esta poderá ter sido causada por um problema de repuxamento de uma das membranas (túnica albugínea e/ou dos envoltórios sobre a túnica). Esse é o chamado pênis curvo do jovem (congênito), que pode facilmente se dobrar ou se chocar contra o períneo ao sair da vagina durante o ato sexual, provocando um trauma que pode levar à doença de Peyronie. O tratamento cirúrgico para o pênis curvo congênito é semelhante ao da doença de Peyronie.

Causas da Doença

Estudos mostram que o problema advém de várias causas, sendo as mais comuns:

» Microtraumas e traumas durante a relação sexual, que em pacientes com predisposição hereditária facilitam a formação de cicatrizes, isto é, a placa, responsável pela curvatura peniana, o que explica a incidência da doença em mais de um membro da família.

» Problemas de ereção, os quais predispõem a dobra do pênis durante o ato sexual, aumentando as chances de microtraumas, que podem levar à doença de Peyronie.

Estima-se que cerca de 10% dos homens desenvolverão a doença durante a vida.

Evolução da Doença

As queixas de pacientes quanto à doença de Peyronie podem ser agrupadas em duas fases: inflamatória e de fibrose (cicatrização).

A fase inflamatória caracteriza-se por curvatura progressiva, associada ou não à dor durante as ereções e com placa ou nódulo (cicatriz) abaixo da pele palpável ou não. Geralmente, esta fase é passageira, sendo tratada com antiinflamatórios e orientações gerais. Para que o tratamento clínico tenha bons resultados, o diagnóstico precoce, ainda nesta fase, é importante.

Na segunda fase, quando a cicatriz está madura, a deformidade peniana já está definida. A cirurgia só pode ser indicada a partir desta fase, porém nem todos os pacientes têm necessidade dela.

Na maioria das vezes, a placa encontra-se no topo do pênis, causando curvatura para cima e/ou para o lado.

Peyronie causa impotência?

Alguns homens com doença de Peyronie (cerca de 20%) perdem a capacidade de manter o sangue no pênis (problema venoclusivo ou "escape venoso"), o que os impede de manter uma ereção. Porém, a perda de ereção também pode estar associada à ansiedade ou estresse, não necessariamente à doença. Portanto, é importante que o problema de ereção, independentemente da causa, seja tratado, evitando, assim, que o pênis dobre durante o ato sexual, o que, conseqüentemente, diminui as chances de microtraumas.

Relação com outras doenças

A incidência da doença é maior entre diabéticos, porém pode também estar associada à doença de Dupuytren, isto é, espessamento da palma da mão com conseqüente curvatura dos dedos.

Veja qual o seu caso

Clique aqui para acessar uma janela com ilustrações com várias possibilidades de curvatura peniana.

Casos reais de curvatura peniana

Atenção: Este tópico foi inserido no site com a finalidade de ilustrar casos reais por solicitação dos próprios internautas. As fotos aqui publicadas são apenas de caráter ilustrativo. A curvatura peniana pode variar de um caso para outro. Portanto, nada substitui a consulta, com o médico especialista.

Todas as imagens aqui contidas foram previamente autorizadas. Mesmo assim, as identidades das pessoas foram preservadas, mantendo as fotos no anonimato.

Caso sinta-se desconfortável ao ver imagens (fotos) de órgãos sexuais maculinos, não acesse o link abaixo.

Clique aqui para acessar uma janela com fotos reais.

Tratamento

Cirurgia de alongamento da face curta do pênis

A curvatura do pênis ocorre porque uma membrana (túnica) com menor elasticidade do que deveria ter provoca o seu repuxamento.

Todas as técnicas cirúrgicas empregadas até então levavam à diminuição do pênis, pois se retirava parte da membrana da face longa do pênis curvo até igualá-la à curta. Assim, resolvia-se um grande problema, porém o paciente não ficava totalmente satisfeito.

A técnica cirúrgica desenvolvida pelo Dr. Paulo Egydio possibilita o alongamento do lado curto do pênis até deixá-lo do tamanho do lado longo. Com esta técnica consegue-se o máximo possível em tamanho peniano em um procedimento cirúrgico reconstrutivo de curvatura peniana.

Esta técnica consiste em se fazer um corte na membrana, cuja forma muda para cada paciente, a fim de eliminar o repuxamento peniano. Como nesses casos, a membrana (túnica) encontra-se menor do que deveria ser. Quando o pênis é posto reto, fica faltando uma parte da membrana, o que é corrigido com a colocação de um enxerto que permite que a túnica cresça novamente, envolvendo-o. Este enxerto é feito com uma membrana já pronta, que não provoca rejeição, o que evita mais uma cirurgia para sua obtenção.

Enxerto utilizado há mais de 20 anos em cirurgia cardíaca pelo Instituto do Coração e em cirurgias oftalmológicas.

Publicações internacionais:

Cardiológica

Oftalmológica

Os estudos e cuidados para o desenvolvimento dessa técnica foram tão precisos que instrumentos foram projetados especialmente para a realização dessa cirurgia.

Material especialmente projetado para preservação das estruturas penianas.

Fio transparente e absorvível, que dispensa a retirada de pontos após a cirurgia.

O Dr. Paulo Egydio utiliza esta técnica cirúrgica, de amplo reconhecimento internacional, desde 1998, com grande sucesso e satisfação dos pacientes, permitindo que inúmeros jovens e adultos tenham um desempenho sexual normal.

Há casos em que a própria doença leva à diminuição da elasticidade do pênis como um todo, sendo um lado mais do que o outro. Nestes casos, com o emprego das técnicas cirúrgicas anteriores (diminuindo o lado longo até deixá-lo do tamanho do lado curto) a diminuição será ainda maior, ou seja, a própria diminuição do pênis como um todo ocasionada pela própria doença e ainda a diminuição provocada pelo emprego das técnicas cirúrgicas anteriores que levam à diminuição.

Com a técnica desenvolvida pelo Dr. Paulo Egydio, alongando-se o lado curto do pênis até deixá-lo do tamanho do lado longo, consegue-se o máximo possível de recuperação do tamanho peniano em um procedimento cirúrgico reconstrutivo de curvatura peniana.

A mesma cirurgia também trata a curvatura peniana nos jovens (pênis curvo do jovem).

As vantagens desta cirurgia

» O procedimento é simples e com desconforto mínimo.

» Tem uma rápida recuperação. É possível corrigir com anestesia local e sedação (para dormir durante o procedimento), com possibilidade de alta do hospital até no mesmo dia dependendo do horário da cirurgia. O retorno às atividades normais (trabalho e/ou estudo), exceto atividades físicas, tem sido possível na maioria dos casos em 1 a 2 dias.

» Com a técnica desenvolvida pelo Dr. Paulo Egydio, alongando-se o lado curto do pênis até deixá-lo do tamanho do lado longo, consegue-se o máximo de recuperação do tamanho peniano possível em um procedimento cirúrgico reconstrutivo de curvatura peniana.

» A cicatriz é discreta e semelhante à da fimose. O Dr. Paulo Egydio utiliza fio transparente e absorvível para o fechamento, com sutura semelhante à da cirurgia plástica, não necessitando a retirada dos pontos.

» Quando o paciente apresenta disfunção erétil, esta pode ser tratada e, se tiver boa resposta aos medicamentos, poderá então ser feita somente a cirurgia da correção da curvatura peniana.

» O Dr. Paulo Egydio evita, ao máximo, o implante da prótese peniana. A prótese peniana é indicada quando o paciente tem problema de ereção associado à curvatura peniana, não responsiva aos tratamentos clínicos convencionais ou caso o exame antes da cirurgia comprove problemas vasculares severos no pênis.

» Nos casos que tenham indicação para implante de prótese, o Dr. Paulo Egydio tem o grande diferencial de fazer a correção da curvatura peniana e o implante da prótese durante a mesma cirurgia. Através de sua técnica cirúrgica a correção da curvatura será feita possibilitando o máximo possível de recuperação do tamanho peniano em um procedimento reconstrutivo de curvatura. E aí então, na mesma cirurgia, será feito o implante da prótese com o maior tamanho de prótese possível para o caso. Somente o implante da prótese, sem a correção da curvatura com o alongamento do lado curto do pênis, não possibilitaria este ganho. Este é um grande diferencial, com o emprego da técnica cirúrgica do Dr. Paulo Egydio, recuperando o máximo possível de tamanho peniano antes do implante da prótese.

Vida sexual após a cirurgia

Após seis semanas da cirurgia, o paciente pode voltar a ter relações sexuais normais.

A Anestesia

Dr. Sidney Luiz Stabile Jr. - Anestesista

A anestesia começa com o preparo pré-anestésico, no qual o cirurgião ou anestesista realiza consulta para conhecer o estado de saúde do paciente, doenças associadas, passado médico e solicita, quando necessário, exames complementares ou consultas com outros especialistas para programar e realizar a anestesia mais adequada.

É importante saber que quanto melhor a condição de saúde do paciente, melhor será o resultado da cirurgia e anestesia; como toda especialidade médica, a anestesia também não está isenta de possíveis complicações. Porém, atualmente, com o desenvolvimento de novas técnicas anestésicas, drogas mais seguras e monitores mais eficientes, a anestesia é muito segura e os índices de complicações, muito baixos. O paciente pode minimizar possíveis complicações controlando doenças preexistentes e realizando checkups periódicos.

No dia da cirurgia, o paciente recebe visita médica antes de ir para o centro cirúrgico para esclarecer eventuais dúvidas e receber a medicação pré-anestésica, que se constitui de calmantes para confortá-lo e diminuir sua ansiedade. Alguns minutos após a administração da medicação pré-anestésica, ele dorme, quando, então, é encaminhado ao centro cirúrgico, não se lembrando, sequer, dos preparativos que precedem o início da cirurgia.

Na maioria das vezes, as cirurgias penianas podem ser realizadas com sedação e anestesia local. Após o paciente estar adequadamente sedado e dormindo, aplica-se o anestésico no local em que a cirurgia será realizada. Com a administração contínua de anestésicos e sedativos, ele permanece, durante toda a cirurgia, dormindo e sem dor, independentemente de sua duração.

Eventualmente, em casos isolados, a anestesia geral também pode ser empregada, mantendo-o sedado e dormindo mais profundamente.

Independentemente da técnica anestésica, no final da cirurgia, o paciente desperta e é encaminhado à sala de recuperação pós-anestésica, onde fica monitorizado por mais um período, normalmente em torno de 30 minutos, quando, então, é encaminhado ao seu leito.

As cirurgias penianas são muito pouco doloridas em seu pós-operatório e analgésicos comuns, como: Novalgina, Lisador ou Tylenol, são suficientes para o controle da dor, lembrando sempre que se outros analgésicos mais potentes forem necessários poderão ser empregados.

Chegando ao leito, o paciente poderá se alimentar e ingerir líquidos de acordo com a sua vontade, assim como sentar na cama, ler ou assistir televisão.

Aspectos Psicológicos

Ao longo da história, o pênis vem representando não só o órgão sexual masculino, mas também é o símbolo de poder, virilidade e prazer. Em muitas culturas, como na Grécia antiga, por exemplo, ele era venerado, desempenhando um papel central nas cerimônias de iniciação para a vida adulta ou para uma nova vida.

Não é de se surpreender, então, que deformidades e más-formações em sua constituição também alterem profundamente vivências emocionais básicas no homem, como sua sensualidade e o ato sexual em si.

A vergonha do próprio corpo e a impossibilidade de vivenciar normalmente estes sentimentos e sensações podem levar o indivíduo a uma ansiedade crônica, geradora de grande estresse, estendendo-se para áreas que não estão diretamente ligadas à sexualidade, atrapalhando o indivíduo em seu trabalho, nos relacionamentos sociais e até na superação de pequenos problemas do cotidiano.

Sem o tratamento adequado, uma irritabilidade maior, sentimentos negativos, baixa auto-estima, comprometimento da qualidade de vida e isolamento social também podem aparecer e se agravar ao longo do tempo.

Intervenções cirúrgica e psicológica são muito importantes para que se recupere a auto-estima e a energia necessária para vivenciar os relacionamentos de uma forma mais saudável e prazerosa, com qualidade de vida, tanto consigo mesmo quanto com as outras pessoas.

Na equipe do Dr. Paulo Egydio, o paciente é tratado como um todo até sua completa recuperação e reintegração. Para isto, conta com excelentes profissionais na área de Psicologia, se necessário.

Sigilo

O Dr. Paulo Egydio tem um cuidado especial com o sigilo, razão pela qual, faz questão de consultar e operar cada paciente.

O mesmo cuidado tem com a escolha de sua equipe, altamente qualificada e orientada quanto ao sigilo.

É possível corrigir com anestesia local e sedação (para dormir durante o procedimento), com possibilidade de alta do hospital até no mesmo dia. O retorno ao trabalho e/ou estudo, exceto atividades físicas, tem sido possível na maioria dos casos em 1 a 2 dias. Não é preciso que no trabalho, escola ou faculdade saibam do assunto.

A discrição e privacidade são fundamentais neste momento.

Casos em que houve redução do tamanho do pênis por traumas/fibroses no pênis ("doença de Peyronie")

Cirurgia de alongamento da face curta do pênis ("Técnica de Egydio"), objetivando a máxima recuperação possível do tamanho do pênis.

A doença de Peyronie, conhecida também como deformidade peniana adquirida, pode se manifestar através de curvatura, afinamento e redução do tamanho do pênis, provocadas por traumas/fibroses no pênis.

A redução do tamanho do pênis será tão mais acentuada, dependendo da localização e extensão do problema.

A curvatura e/ou perda de tamanho do pênis ocorre porque uma membrana (chamada de túnica) com menor elasticidade do que deveria ter provoca o seu repuxamento (retração).

As técnicas cirúrgicas anteriores empregadas para a correção da curvatura no pênis levavam à diminuição do pênis, pois se retirava parte da membrana da face longa do pênis curvo até igualá-la à curta (reduzindo o lado longo do penis torto até deixá-lo do tamanho do lado curto). Assim, resolvia-se um grande problema, porém o paciente não ficava satisfeito pelo motivo da redução do tamanho do pênis.

A técnica cirúrgica desenvolvida pelo Dr. Paulo Egydio (conhecida internacionalmente como "Egydio´s Procedure" ou "Técnica de Egydio") possibilita o alongamento do lado curto do pênis torto até deixá-lo do tamanho do lado longo. Com esta técnica consegue-se o máximo possível em tamanho peniano em um procedimento cirúrgico reconstrutivo de correção de curvatura peniana.

Esta técnica consiste em se fazer uma secção na membrana (túnica), cuja forma muda para cada caso em particular, a fim de eliminar o repuxamento peniano. Nestes casos a membrana encontra-se menor do que deveria ser. Ao colocarmos o pênis na posição reta, ficará faltando uma parte da membrana, o que é corrigido com a colocação de um enxerto que permite que a túnica "cresça" novamente, envolvendo-o. Este enxerto é feito com uma membrana já pronta, que não provoca rejeição, o que evita mais uma cirurgia para sua obtenção.

O Dr. Paulo Egydio utiliza esta técnica cirúrgica, de amplo reconhecimento internacional, desde 1998, com grande sucesso e satisfação dos pacientes, permitindo que inúmeros jovens e adultos tenham um desempenho sexual normal. Esta técnica possibilita a correção de diferentes tipos de curvatura e afinamento no pênis.

Há casos em que a própria doença leva à diminuição da elasticidade do pênis como um todo, sendo um lado mais do que o outro. Nestes casos, com o emprego das técnicas cirúrgicas anteriores (diminuindo o lado longo até deixá-lo do tamanho do lado curto) a diminuição será ainda maior, ou seja, a própria diminuição do pênis como um todo ocasionada pela própria doença e ainda a diminuição provocada pelo emprego das técnicas cirúrgicas anteriores que levam à diminuição.

Com a técnica desenvolvida pelo Dr. Paulo Egydio, alongando-se o lado curto do pênis até deixá-lo do tamanho do lado longo, consegue-se o máximo possível de recuperação do tamanho peniano em um procedimento cirúrgico reconstrutivo de correção de curvatura no pênis, podendo em alguns casos alongar inclusive o lado longo através da "secção" circular da túnica e alongar o pênis no limite do feixe de nervos e vasos.

A mesma cirurgia também pode ser empregada na curvatura peniana nos jovens (pênis curvo do jovem).

A taxa de sucesso no tratamento destes casos está diretamente ligada a um bom diagnóstico, com a avaliação do problema em todas as suas dimensões. É de grande importância a experiência do médico acerca do assunto, tanto para se chegar ao melhor diagnóstico, quanto para indicar e realizar o melhor tratamento, que deverá ser individualizado para cada paciente.

Recebo pacientes de todas as partes do Brasil e também do exterior com este problema.

Os diferenciais e vantagens desta cirurgia:

» O procedimento é seguro e com desconforto mínimo.

» Possibilita uma rápida recuperação. É possível corrigir com anestesia local e sedação (para dormir durante o procedimento), com possibilidade de alta do hospital até no mesmo dia dependendo do horário da cirurgia. O retorno às atividades habituais (trabalho e/ou estudo), exceto atividades físicas, tem sido possível na maioria dos casos em 1 a 2 dias.

» Com a técnica desenvolvida pelo Dr. Paulo Egydio ("Técnica de Egydio"), alongando-se o lado curto do pênis torto até deixá-lo do tamanho do lado longo, consegue-se o máximo possível de recuperação do tamanho peniano em um procedimento cirúrgico reconstrutivo de correção de curvatura peniana.

» A cicatriz é discreta, semelhante à da fimose. O Dr. Paulo Egydio utiliza fio transparente e absorvível para o fechamento, com sutura semelhante à da cirurgia plástica, não necessitando a retirada dos pontos.

» Quando o paciente apresenta disfunção erétil (impotência sexual), esta pode ser tratada e, se tiver boa resposta aos medicamentos, poderá então ser feita somente a cirurgia da correção da curvatura peniana.

» O Dr. Paulo Egydio evita, ao máximo, o implante da prótese peniana. A prótese peniana é indicada quando o paciente tem problema de ereção associado à curvatura peniana, não responsiva aos tratamentos clínicos convencionais ou caso o exame antes da cirurgia comprove problemas vasculares severos no pênis.

» Nos casos que tenham indicação para implante de prótese peniana, o Dr. Paulo Egydio tem o grande diferencial de fazer a correção da curvatura peniana e o implante da prótese peniana durante a mesma cirurgia. Através de sua técnica cirúrgica a correção da curvatura será feita possibilitando o máximo possível de recuperação do tamanho peniano em um procedimento reconstrutivo de curvatura peniana e aí então, na mesma cirurgia, será feito o implante da prótese peniana com o maior tamanho de prótese peniana possível para o caso. Somente o implante da prótese peniana, sem a correção da curvatura com o alongamento do lado curto do pênis, não possibilitaria este ganho de tamanho de pênis. Este é um grande diferencial, com o emprego da técnica cirúrgica do Dr. Paulo Egydio ("Técnica de Egydio"), recuperando o máximo possível de tamanho peniano antes do implante da prótese peniana.

Casos complicados de doença de Peyronie com severo encurtamento e afinamento do pênis e disfunção erétil, com ou sem curvatura peniana

OBS:esta técnica cirúrgica também pode ser aplicada em casos selecionados de hipospádia, epispádia e pós cirurgia de prostatectomia radical (retirada da próstata como tratamento de câncer de próstata).

"Técnica Cirúrgica de Egydio" com Utilização de Enxerto Circular, objetivando o ganho máximo de comprimento e diâmetro do pênis.

Em casos diferenciados e complicados de doença de Peyronie associada a severo encurtamento e afinamento do pênis e disfunção erétil, como tratamento para estes casos, quando tiver indicação, podem ser associados a reconstrução peniana com a colocação de prótese peniana, com os objetivos de restaurar o máximo possível do comprimento e diâmetro do pênis, que foi perdido devido a doença, preservando a sensibilidade da glande e orgasmo.

Com a técnica desenvolvida pelo Dr. Paulo Egydio ("Técnica de Egydio"), através de incisão geometricamente determinada na túnica albugínea, alongando-se o lado curto do pênis até deixá-lo do tamanho do lado longo, consegue-se o máximo possível de recuperação do tamanho do pênis em um procedimento cirúrgico reconstrutivo desta natureza, mas mesmo assim pode não ser suficiente para o ganho do máximo de comprimento possível, especialmente quando o lado mais longo do pênis também foi reduzido pela fibrose difusa na túnica.

Nestes casos, o Dr. Paulo Egydio faz uma incisão circular na túnica albugínea permitindo a restauração e ganho do máximo possível do comprimento do pênis, limitada pelo tamanho máximo do feixe neurovascular dissecado. Esta técnica pode ser utilizada mesmo em casos em que há somente o encurtamento do pênis, sem a curvatura. A inserção de um enxerto é necessária para o aumento do diâmetro e comprimento do pênis.

Com grande experiência nestes tipos de casos, o Dr. Paulo Egydio faz a reconstrução total da túnica, circular e longitudinalmente, objetivando um ganho de comprimento máximo possível e restauração do diâmetro do pênis.

Esta técnica é muito eficaz para reconstruções extensivas do eixo do pênis para corrigir severo encurtamento e afinamento do pênis, resultando em ganho de comprimento máximo do pênis e restauração do contorno corporal e diâmetro, independentemente das características da placa fibrótica formada devido ao trauma peniano e/ou fibroses (cicatrizes internas).

A restauração do comprimento e do diâmetro do pênis é muito importante para a auto-estima e satisfação do paciente.

Esta técnica de incisão única, aplicando os princípios geométricos ("Técnica de Egydio"), é um procedimento padronizado para a correção de diferentes tipos de curvatura peniana, associada ou não com o afinamento da túnica albugínea, proporcionando o ganho máximo do comprimento e restauração do diâmetro do pênis.

A taxa de sucesso no tratamento destes casos está diretamente ligada a um bom diagnóstico, com a avaliação do problema em todas as suas dimensões. É de grande importância a experiência do médico acerca do assunto, tanto para se chegar ao melhor diagnóstico, quanto para indicar e realizar o melhor tratamento, que deverá ser individualizado para cada paciente.

Recebo pacientes de todas as partes do Brasil e também do exterior com este problema.

Reoperações e Reconstruções genitais

Com sua ampla experiência, o Dr. Paulo Egydio tem sido referência para casos complicados e, juntamente com sua equipe, tem alcançado excelentes resultados nas cirurgias penianas reconstrutivas.

Através da utilização de princípios da cirurgia plástica e microcirúrgicos, tecidos podem ser transferidos para a reconstrução genital. A prótese de testículo e a retirada de excesso de gordura que embute o pênis também podem ser utilizadas concomitantemente.

Exemplos de reoperações:

» Prótese peniana.

» Deformidades penianas.

» Cicatrizes grosseiras de fimose.

» Deformidades uretrais.

» Retirada de nódulos do pênis ou escroto.

» Reconstrução da junção do pênis com o púbis e/ou do pênis com o escroto.

» Retirada da prega alta do escroto no pênis, dando aparência de um pênis maior (o paciente pode tanto ter passado por uma cirurgia de fimose, na qual foi retirada muita pele, provocando o repuxamento da prega do escroto, o que resulta no aspecto denominado "pescoço de peru" ou ter nascido com esta deformidade).

Exemplos de reconstruções:

» Reversão de vasectomia.

» Pênis embutido.

» Micropênis.

» Ausência de escroto.

» Redução do escroto.

» Perda do escroto por acidente.

» Implante de prótese de testículo.

» Excesso de pêlo no pênis.

» Excesso de pele na ponta do pênis.

» Fimose

» Correção do escroto envolvendo o pênis (escrotalização).

Tipos de próteses utilizadas quando necessário:

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