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TAMANHO DO PÊNIS

Tamanho de pênis é uma questão muito relativa, que varia de caso para caso. A maioria dos homens que mede o pênis acaba medindo de forma incorreta, gerando conclusões equivocadas a respeito do próprio pênis. Abaixo, no item “Dúvidas sobre tamanho do pênis”, dentre outras coisas, você pode tirar muitas dúvidas sobre este assunto, saber as médias de tamanhos de pênis obtidas em estudos internacionais, cuidados que devem ser tomados em relação ao assunto “aumento de pênis”.

Em diversas pesquisas realizadas em todo o mundo, ficou demonstrado que a grande maioria dos homens que procuram auxílio médico por julgar ter um “pênis pequeno”, na real idade tem um pênis de tamanho normal.

Condições que causam o encurtamento do pênis:

O encurtamento do pênis é um fenômeno que está associado com determinadas condições médicas e cirúrgicas. Estas condições incluem pacientes com câncer de próstata tratados com cirurgia de prostatectomia radical (retirada da próstata), doença de Peyronie (fibroses com encurtamento do pênis, associado ou não a curvatura e/ou afinamento) e anomalias congênitas (hipospádia e epispádia). Há também algumas evidências de que a disfunção erétil pode ser um fator de risco independente que pode provocar o encurtamento do pênis.(International Journal of Impotence Research (2008) 20, 519–529)

Existe a possibilidade de aumento do pênis, que seria indicado para casos particularizados, como:

» Casos de “Pênis Embutido”;

» Casos de “Micropênis”;

» Casos em que houve redução do tamanho do pênis por traumas/fibroses no pênis – “doença de Peyronie”;

» Casos de epispádias e hipospádias importantes;

» Casos de defeitos traumáticos;

» Casos pós-cirurgia de prostatectomia radical – retirada da próstata como tratamento para câncer de próstata;

» Casos de retração peniana em pacientes lesados medulares;

» Casos de amputações parciais por trauma ou câncer de pênis.

Para que o caso seja melhor avaliado faz-se necessário um exame no consultório. Uma avaliação criteriosa com um urologista é fundamental para melhor diagnóstico do possível problema e, consequentemente, se necessário, definição do melhor tratamento.

A taxa de sucesso no tratamento destes casos está diretamente ligada a um bom diagnóstico, com a avaliação do problema em todas as suas dimensões.

É de grande importância a experiência do médico acerca do assunto, tanto para se chegar ao melhor diagnóstico, quanto para indicar e realizar o melhor tratamento, que deverá ser individualizado para cada paciente.

Casos de Pênis Embutido

Em pacientes obesos, o pênis pode estar “embutido” na gordura abdominal localizada na região, dando a falsa impressão de ser pequeno.

Existem vários tipos de técnicas cirúrgicas para tratamento de pênis embutido, que varia de caso para caso. Por isso, é fundamental uma avaliação com um médico urologista.

Casos de Micropênis

Causas hormonais por desordem de funcionamento dos testículos ou da hipófise podem interferir no desenvolvimento do pênis, bem como de toda a genitália masculina.

O micropênis adulto é caracterizado segundo alguns autores quando apresenta comprimento menor que 4 cm em estado de flacidez ou menor que 7,5 cm em estado de ereção. Entretanto, encontramos pacientes que se aproximam desses valores, mas com boa ereção e sem queixas no seu relacionamento sexual.

Para que o caso seja melhor avaliado faz-se necessário um exame no consultório. Uma avaliação criteriosa com um urologista é fundamental para melhor diagnóstico do possível problema e, consequentemente, se necessário, definição do melhor tratamento.

Casos em que houve redução do tamanho do pênis por traumas/fibroses no pênis (“Doença de Peyronie”)

Cirurgia de alongamento da face curta do pênis (“Técnica de Egydio”), objetivando a máxima recuperação possível do tamanho do pênis respeitando o limite do feixe neurovascular e uretra.

A doença de Peyronie, conhecida também como deformidade peniana adquirida, pode se manifestar através de curvatura, afinamento e redução do tamanho do pênis, provocadas por traumas/fibroses no pênis.

A redução do tamanho do pênis será tão mais acentuada, dependendo da localização e extensão do problema.

A curvatura e/ou perda de tamanho do pênis ocorre porque uma membrana (chamada de túnica) com menor elasticidade do que deveria ter provoca o seu repuxamento (retração).

As técnicas cirúrgicas anteriores empregadas para a correção da curvatura no pênis levavam à diminuição do pênis, pois se retirava parte da membrana da face longa do pênis curvo até igualá-la à curta (reduzindo o lado longo do pênis torto até deixá-lo do tamanho do lado curto). Assim, resolvia-se um grande problema, porém o paciente não ficava satisfeito pelo motivo da redução do tamanho do pênis.

A técnica cirúrgica desenvolvida pelo Dr. Paulo Egydio (conhecida internacionalmente como “Egydio´s Procedure” ou “Técnica de Egydio”) possibilita o alongamento do lado curto do pênis torto até deixá-lo do tamanho do lado longo. Com esta técnica consegue-se o máximo possível em tamanho peniano em um procedimento cirúrgico reconstrutivo de correção de curvatura peniana.

Esta técnica consiste em se fazer uma secção na membrana (túnica), cuja forma muda para cada caso em particular, a fim de eliminar o repuxamento peniano. Nestes casos a membrana encontra-se menor do que deveria ser. Ao colocarmos o pênis na posição reta, ficará faltando uma parte da membrana, o que é corrigido com a colocação de um enxerto que permite que a túnica “cresça” novamente, envolvendo-o. Este enxerto é feito com uma membrana já pronta, que não provoca rejeição, o que evita mais uma cirurgia para sua obtenção.

O Dr. Paulo Egydio utiliza esta técnica cirúrgica, de amplo reconhecimento internacional, desde 1998, com grande sucesso e satisfação dos pacientes, permitindo que inúmeros jovens e adultos tenham um desempenho sexual normal. Esta técnica possibilita a correção de diferentes tipos de curvatura e afinamento no pênis.

Há casos em que a própria doença leva à diminuição da elasticidade do pênis como um todo, sendo um lado mais do que o outro. Nestes casos, com o emprego das técnicas cirúrgicas anteriores (diminuindo o lado longo até deixá-lo do tamanho do lado curto) a diminuição será ainda maior, ou seja, a própria diminuição do pênis como um todo, ocasionada pela própria doença e ainda a diminuição provocada pelo emprego das técnicas cirúrgicas anteriores que levam à diminuição.

Com a técnica desenvolvida pelo Dr. Paulo Egydio, alongando-se o lado curto do pênis até deixá-lo do tamanho do lado longo, consegue-se o máximo possível de recuperação do tamanho peniano em um procedimento cirúrgico reconstrutivo de correção de curvatura no pênis, podendo em alguns casos alongar inclusive o lado longo através da “secção” circular da túnica e alongar o pênis no limite do feixe de nervos e vasos.

A mesma cirurgia também pode ser empregada na curvatura peniana nos jovens (pênis curvo do jovem).

A taxa de sucesso na correção deste problema está diretamente ligada a um bom diagnóstico, com a avaliação do problema em todas as suas dimensões. É de grande importância a experiência do médico acerca do assunto, tanto para se chegar ao melhor diagnóstico, quanto para indicar e realizar o melhor tratamento.

Recebo pacientes de todas as partes do Brasil e também do exterior com este problema.

Os diferenciais e vantagens desta cirurgia:

» O procedimento é seguro e com desconforto mínimo.

» Possibilita uma rápida recuperação. É possível corrigir com anestesia local e sedação (para dormir durante o procedimento), com possibilidade de alta do hospital até no mesmo dia dependendo do horário da cirurgia. O retorno às atividades habituais (trabalho e/ou estudo), exceto atividades físicas, tem sido possível na maioria dos casos em 1 a 2 dias.

» Com a técnica desenvolvida pelo Dr. Paulo Egydio (“Técnica de Egydio”), alongando-se o lado curto do pênis torto até deixá-lo do tamanho do lado longo, consegue-se o máximo possível de recuperação do tamanho peniano em um procedimento cirúrgico reconstrutivo de correção de curvatura peniana.

» A cicatriz é discreta, semelhante à da fimose. O Dr. Paulo Egydio utiliza fio transparente e absorvível para o fechamento, com sutura semelhante à da cirurgia plástica, não necessitando a retirada dos pontos.

» Quando o paciente apresenta disfunção erétil (impotência sexual), esta pode ser tratada e, se tiver boa resposta aos medicamentos, poderá então ser feita somente a cirurgia da correção da curvatura peniana.

» O Dr. Paulo Egydio evita, ao máximo, o implante da prótese peniana. A prótese peniana é indicada quando o paciente tem problema de ereção associado à curvatura peniana, não responsiva aos tratamentos clínicos convencionais ou caso o exame antes da cirurgia comprove problemas vasculares severos no pênis.

» Nos casos que tenham indicação para implante de prótese peniana, o Dr. Paulo Egydio tem o grande diferencial de fazer a correção da curvatura peniana e o implante da prótese peniana durante a mesma cirurgia.

Através de sua técnica cirúrgica a correção da curvatura será feita possibilitando o máximo possível de recuperação do tamanho peniano em um procedimento reconstrutivo de curvatura peniana e aí então, na mesma cirurgia, será feito o implante da prótese peniana com o maior tamanho de prótese peniana possível para o caso. Somente o implante da prótese peniana, sem a correção da curvatura com o alongamento do lado curto do pênis, não possibilitaria este ganho de tamanho de pênis. Este é um grande diferencial, com o emprego da técnica cirúrgica do Dr. Paulo Egydio (“Técnica de Egydio”), recuperando o máximo possível de tamanho peniano antes do implante da prótese peniana.

Casos complicados de doença de Peyronie com severo encurtamento e afinamento do pênis e disfunção erétil, com ou sem curvatura peniana

OBS: esta técnica cirúrgica também pode ser aplicada em casos selecionados de hipospádia, epispádia e pós cirurgia de prostatectomia radical (retirada da próstata como tratamento de câncer de próstata).

“Técnica Cirúrgica de Egydio” com Utilização de Enxerto Circular, objetivando o ganho máximo de comprimento e diâmetro do pênis

Em casos diferenciados e complicados de doença de Peyronie associada a severo encurtamento e afinamento do pênis e disfunção erétil, como tratamento para estes casos, quando tiver indicação, podem ser associados à reconstrução peniana com a colocação de prótese peniana, com os objetivos de restaurar o máximo possível do comprimento e diâmetro do pênis, que foi perdido devido a doença, preservando a sensibilidade da glande e orgasmo.

Com a técnica desenvolvida pelo Dr. Paulo Egydio (“Técnica de Egydio”), através de incisão geometricamente determinada na túnica albugínea, alongando-se o lado curto do pênis até deixá-lo do tamanho do lado longo, consegue-se o máximo possível de recuperação do tamanho do pênis em um procedimento cirúrgico reconstrutivo desta natureza, mas mesmo assim pode não ser suficiente para o ganho do máximo de comprimento possível, especialmente quando o lado mais longo do pênis também foi reduzido pela fibrose difusa na túnica.

Nestes casos, o Dr. Paulo Egydio faz uma incisão circular na túnica albugínea permitindo a restauração e ganho do máximo possível do comprimento do pênis, limitada pelo tamanho máximo do feixe neurovascular dissecado. Esta técnica pode ser utilizada mesmo em casos em que há somente o encurtamento do pênis, sem a curvatura. A inserção de um enxerto pode ser necessária para o aumento do diâmetro e comprimento do pênis.

Com grande experiência nestes tipos de casos, o Dr. Paulo Egydio faz a reconstrução total da túnica, circular e longitudinalmente, objetivando um ganho de comprimento máximo possível e restauração do diâmetro do pênis.

Esta técnica é muito eficaz para reconstruções extensivas do eixo do pênis para corrigir severo encurtamento e afinamento do pênis, resultando em ganho de comprimento máximo do pênis e restauração do contorno corporal e diâmetro, independentemente das características da placa fibrótica formada devido ao trauma peniano e/ou fibroses (cicatrizes internas).

A restauração do comprimento e do diâmetro do pênis é muito importante para a auto-estima e satisfação do paciente.

Esta técnica de incisão única, aplicando os princípios geométricos (“Técnica de Egydio”), é um procedimento padronizado para a correção de diferentes tipos de curvatura peniana, associada ou não com o afinamento da túnica albugínea, proporcionando o ganho máximo do comprimento e restauração do diâmetro do pênis.

A taxa de sucesso na correção deste problema está diretamente ligada a um bom diagnóstico, com a avaliação do problema em todas as suas dimensões.

É de grande importância a experiência do médico acerca do assunto, tanto para se chegar ao melhor diagnóstico, quanto para indicar e realizar o melhor tratamento.

Dúvidas sobre tamanho do pênis

Tamanho de pênis é uma questão muito relativa. A maioria dos homens que mede o pênis acaba medindo de forma incorreta, gerando conclusões equivocadas a respeito do próprio pênis.

Como medir o pênis? O comprimento deve ser medido com o homem em pé e com o pênis ereto, ou seja, duro. A medida deve ser feita na parte de cima do pênis, desde sua base (forçando a régua contra o osso púbico) até a ponta da glande (cabeça do pênis).

Com relação ao tamanho do pênis, o comprimento médio do pênis em estado flácido varia de 9,0 a 9,5 centímetros, a média do comprimento do pênis ereto varia de 12,8 a 14,5 cm e o perímetro médio do pênis varia de 10,0 a 10,5 centímetros. 
(International Journal of Impotence Research (2008) 20, 519–529)

A maior parte das pessoas desconhece que a profundidade da maioria das vaginas varia de 9 a 12 centímetros e que a área mais sensível da vagina fica localizada aproximadamente nos primeiros 3 centímetros.

Desconhecem também que um pênis avantajado não leva vantagem nenhuma em relação a prazer e satisfação feminina, pelo contrário, provocam dor e chegam a machucar a parceira (geralmente é preciso que o casal se adapte a algumas posições para que a parceira não sinta dor ou seja machucada).

Estas inseguranças quanto ao tamanho do pênis levaram ao surgimento de uma indústria voltada para o seu aumento, com sérios riscos relacionados. Tenho recebido muitos pacientes em meu consultório com traumas e/ou deformidades no pênis por terem utilizado substâncias (para aumento de diâmetro), exercícios e aparelhos que prometiam muitos resultados, sem orientação e acompanhamento médico.

Oriento que não faça nada neste sentido sem orientação e acompanhamento médico com um urologista. Somente o médico poderá julgar a necessidade ou não de um tratamento específico e mais seguro.

Em algumas situações (como temperatura fria, nervosismo, prática de atividades físicas), o pênis e os testículos são tracionados por um músculo, onde há diminuição involuntária no comprimento do pênis flácido, que não deve ser confundido com o seu tamanho real. Da mesma forma, em pacientes obesos, o pênis pode estar “embutido” na gordura localizada na região, dando a falsa impressão de ser pequeno.

São raros os casos de pênis pequeno ou fino. Na maioria das vezes, trata-se de uma impressão equivocada do tamanho do pênis flácido, não correspondendo ao tamanho real. O tamanho durante a flacidez não determina o tamanho durante a ereção. Para exemplificar esta questão, homens com tamanho de pênis flácido diferentes podem ter o mesmo tamanho de pênis quando ereto, onde o percentual de aumento de tamanho flácido para ereto é maior no que tem o pênis flácido menor (ou seja, há um maior aumento de tamanho entre os estados flácido e ereto) e este percentual de aumento é menor no que tem o pênis flácido maior (ou seja, há pouco aumento de tamanho entre os estados flácido e ereto).

Outra dúvida é com relação à estatura. Homens de baixa estatura podem ter pênis maiores que homens de alta estatura e vice-versa. Em diversas pesquisas realizadas em todo o mundo, ficou demonstrado que a grande maioria dos homens que procuram auxílio médico por julgar ter um “pênis pequeno”, na realidade tem um pênis de tamanho normal.

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